Daí você para pra analisar tudo o que está ao seu redor, pessoas comuns no seu dia-a-dia, seu pai, sua mãe, até a você mesmo… chega a conclusão de que não tá feliz, não tá bem. Mas não importa se tá bom ou se tá ruim, você tá ali, de cabeça erguida por fora mas estraçalhada por dentro.
Analisa então, como é grande a sua capacidade de esconder tudo o que sente, de não demonstrar nem 1 terço do que você realmente é naquele momento e chega a conclusão maior: você acabou se conformando com isso.
Tem aqueles que brincam com você o tempo todo e perdem os limites, sua paciência esgota e você como sempre vai sair como a grossa…então que saia como a idiota.
Tem também aqueles indiferentes que você brinca, brincam com você, mas um certo momento eles somem… então você os esquece por um momento.
Mas tem aqueles nos quais você irá poder contar pra tudo, daí você para pra pensar que quem está analisando são seus pais, eles sim podem pra tudo com você e você com eles.
E a conclusão final é que você conta nos dedos aqueles que ainda fazem seu dia melhor, aqueles que você mesmo estando mal por dentro, irão fazer você sorrir, esses sim, você conta nos dedos e se depender em uma das mãos só.

